
As penitenciárias de São Paulo adotarão tornozeleiras com localizadores para rastrear detentos em regime semiaberto ou com direito a saída temporária. No sistema escolhido pela Secretaria de Administração Penitenciária, cada identificador possui um número, que pode ser enviado à polícia caso o lacre do equipamento seja rompido.
A tornozeleira pode trabalhar com GPS e dois chips de celular de operadoras diferentes, usando satélites ou triangulação de antenas para o rastreamento. Assim, três sistemas funcionam em redundância para garantir que não haverá falhas. O equipamento tem bateria interna com duração de 24 meses, dependendo da intensidade do uso, e também pode ser encontrado embaixo da água, com limite de profundidade de até cinco metros.